terça-feira, 15 de março de 2011

Pilates na Reabilitação

O Método Pilates apresenta vários benefícios que visam à prevenção, bem como a redução de riscos de lesões que possam vir a ocorrer, além de trazer um alívio às dores crônicas em especial os problemas de coluna. O método abrange o nosso corpo de uma maneira uniforme, onde busca fortalecer, equilibrar e alongar a musculatura da coluna vertebral, trazendo um maior alinhamento e em determinados casos trazendo uma descompressão das tensões existentes, bem como gerar um alívio de pinçamentos e compressões dos disco o que gera um estímulo a circulação na região.

O método pode ser indicado para a reabilitação de pacientes pós-cirúrgicos, que apresentam dor aguda, seqüelas neurológicas decorrentes de AVC's (acidente vascular cerebral), parkinson, distrofias musculares, entre outras e em patologias que acometem as diversas articulações do corpo, como artroses, tendinites, torções, estiramentos musculares, entre outros. O trabalho de reabilitação é bastante utilizado em pacientes que se encontram no período pré e pós-parto.

Os exercícios de Pilates podem ser praticados por pessoas sedentárias que resolvem iniciar com alguma atividade física, bem como com atletas de ponta como esportistas de diversas modalidades e bailarinos. Os exercícios podem ser direcionados tanto para pessoas que apresentam dores musculares e desvios posturais como pessoas que buscam manter ou até mesmo melhorar sua performance física. É um método que abrange uma faixa etária ampla que vai de 10 anos de idade até pessoas que se encontram na terceira idade.

Os atendimentos de Pilates voltados para a parte de reabilitação vão fazer uso de todos os acessórios dentre eles estão: bolas de diferentes dimensões, thera-bands, rolos, discos de propriocepção, bastão, magic circle, entre outros. Porém no início do processo de reabilitação se recomenda iniciar nos equipamentos de mecanoterapia, com o intuito de serem facilitadores para a execução dos movimentos, com a função de auxiliar a realização do movimento consciente ao estimular e desafiar a execução de forma tanto assistida como resistida, são eles: cadeira Combo ou Wanda, Cadillac ou Trapézio, Reformer, Wall Unit ou Unidade de Parede e o Ladder Barrel ou Baril. No solo, onde não se faz uso de nenhum tipo de equipamento ou acessórios, são mais recomendadas para pessoas que apresentam um domínio maior do seu corpo, pois são consideradas como exercícios mais avançados.

O método Pilates é bastante recomendado na reabilitação na condromalácia patelar, artroses, artrite reumatóide, e em disfunções músculo-esqueléticas como síndrome do piriforme, escoliose, espondolistese, espondilólise, estenose do canal vertebral, espondilite anquilosante, dor crônica na coluna lombar, síndrome do impácto do ombro, fibromialgia, entre outros...

Os atendimentos devem ser sempre orientados por fisioterapeutas, que tem domínio na área de cinesiologia, bem como das patologias que estão tratando. Sempre lembrando que esse atendimento mais voltado para a reabilitação devera ser realizado em atendimentos individualizados para se alcançar um melhor desempenho na realização dos movimentos de forma mais correta e alinhada possível.

Fonte: Fisioterapeuta Dra. Bárbara Freiberger Schaefer - CREFITO 5 - 91787
Foto: Internet

Pilates: treinamento para triatletas


Muitos técnicos vem acrescentando o Pilates na rotina de treinos de seus atletas, das mais variadas modalidades e agora vem ganhando mais adeptos no circuito de triatletismo, onde aumenta a performance atlética, melhora a técnica e previne lesões.

Um dos benefícios do Pilates é reeducar o corpo para usar os músculos de forma mais eficiente e assim poupar energia.

Triatletas treinam muitas horas por semana, para cada modalidade: correr, nadar e pedalar. Se não usarem os músculos adequadamente, uma pequena fadiga inicial pode se transformar em algo maior.

Wes Hobson, ex-triatleta profissional e agora treinador, relata uma série de vantagens da utilização do Pilates, devido ao trabalho de fortalecimento do core. “Para muitos triatletas, a melhora do desempenho de corrida é uma questão de trabalho de fortalecimento do core, núcleo de estabilização”, diz ele. E acrescenta: “Eu sempre experimento e incorporo o Pilates nesse tipo de treinamento. Eu faço sessões privadas, duas vezes por semana e vejo enormes benefícios para este tipo de formação”.

Outros triatletas do circuito internacional, como Emma Snowsill, Matt Reed, Chris Legh, Craig Alexander e Amanda Lovato, são fãs do Pilates nesse treinamento, creditando ao método, a melhora da flexibilidade e consequente desempenho. Craig Alexander salienta a melhora impressionante na postura durante as provas, como benefício do Pilates: “Se você olhar para os atletas que lideram a corrida, eles são os poucos cuja postura não é de sofrimento até o final da corrida, pois têm força suficiente no core para sustentar seu organismo, mesmo em um completo estado de fadiga”.

Você não precisa ser um triatleta profissional para incorporar o Pilates em sua rotina. Seja qual for o seu ritmo por milha ou por cem na piscina, os benefícios do Pilates são infalíveis.

Mais força através do trabalho de estabilização do core: Uma das áreas mais esquecidas no treinamento de triatletas e que com o pilates ganha atenção especial é o núcleo, o core. Existem várias camadas de músculos abdominais, os quais são alvos dos exercícios de Pilates. Os músculos abdominais “retos” tem papel primordial na flexão da coluna. A próxima camada, os abdominais obliquos, ajudam a rotacionar a coluna e na estabilização espinhal. A mais importante, a camada mais profunda, pertencem aos abdominais transversos, que ajudam a sustentar a coluna vertebral e a pelve. Eles envolvem seu tronco como um espartilho e trabalham em conjunto com os músculos de seu assoalho pélvico para fornecer estabilidade à pelve e à coluna vertebral. Os exercícios de Pilates estão focados no fortalecimento de todas essas camadas, no intuito de dar maior força global através do seu núcleo.

Os músculos das nádegas são também muito importante na estabilização da pelve, especialmente para a corrida e a bicicleta. Existem vários músculos nas nádegas, com papéis diferentes. Os músculos maiores são os músculos máximos, responsáveis pela propulsão em marcha e na bicicleta. O músculo médio trabalhar para estabilizar a pelve e as pernas enquanto corremos e pedalamos.

Usando o corpo inteiro, o núcleo gera a força principal desde a arrancada da corrida, o impulso nos pedais até o movimento de “puxar a água”. Grande parte da energia do corpo para tanto, provém desta área. Ao transferir essa energia do núcleo para as extremidades, o atleta ganha mais força ao longo do curso. Muitos dos problemas da técnica de tri atletismo podem ser melhoradas através do desenvolvimento mais uniforme do corpo, através da prática do Pilates. Por exemplo:

1) Ciclismo:
Movimento / balançar da pélvis na posição sentada
Rotação dos joelhos
Aumento da circulação através da parte superior do corpo
Correção da postura do pescoço

2) Corrida:
Movimentação dos pés e joelhos
Fortalecimento dos quadris contra queda e torção
Aumento da circulação na parte inferior das costas
Melhora o alongamento do tronco e conseqüente postura

3) Natação:
Sustentação das pernas
Fortalecimento lombar
Maior alongamento de braços e peitorais

No conjunto, a prática do Pilates proporciona: maior flexibilidade, amplitude de movimento e prevenção de lesões.

Fonte: http://www.fitnessdivablog.com

quinta-feira, 10 de março de 2011

Golfe e Pilates: swing perfeito para uma coluna saudável


O golfe ainda é considerado por muitos um esporte que requer pouco condicionamento físico. Muitos jogadores amadores nem sequer aquecem antes de iniciar uma partida ou treinar o swing em um drive range. Fazem apenas alguns movimentos balísticos que no fim das contas podem ser mais prejudiciais do que simplesmente não aquecer.

O Pilates entrou no condicionamento físico dos jogadores de golfe quando atletas como Tiger Woods, Annika Sorenstam e Camilo Villegas anunciaram os benefícios que estavam atingindo com este treinamento.

Além de aliviar dores e melhorar a capacidade de concentração, a pratica de Pilates específica para as necessidades do jogador de golfe contribui para melhorar a qualidade das tacadas, promovendo mais potência e controle da direção.

As pesquisas mostram que o golfe está em sexto lugar na lista dos esportes que mais provocam lesões. Mais de 50% dos jogadores sofrem de algum tipo de dor nas costas e a maioria encara isso como natural do esporte.

A principal razão das lesões de coluna no golfe são fraqueza muscular combinada com biomecânica errada durante o swing. O movimento do “downswing” combina torção, flexão lateral e compressão (principalmente nas vertebras L3 e L4). Tudo isso em um movimento de acúmulo de energia que dura menos de um segundo.

Um fator chave no condicionamento físico do jogador de golfe é a habilidade de rotacionar o tronco mantendo uma base estável. A flexibilidade de rotação permite que o jogador trabalhe com maior amplitude de movimento, fazendo com que o taco suba mais durante o “backswing” o que se resume em maior potencia na tacada.

Muitas vezes por causa da falta de flexibilidade, o corpo tende a fazer ajustes no movimento pra compensar esta deficiência e acaba provocando lesões nos ombros, quadril e joelhos. Por este motivo a flexibilidade de rotação de tronco com estabilização de quadril é tão importante para o golfista.

Outro fator no condicionamento físico do jogador é o fortalecimento dos músculos que formam o “Power house” ou Centro . Estes músculos, principalemente o tranverso abdominal, formam uma faixa de proteção ao redor da coluna e evitam lesões. Os musculos do Centro ajudam a manter o equilibrio e a postura neutra da coluna o que é extremamente importante na hora do jogo para ter consistencia nas tacadas.

Lembre-se: sentir dor nas costas durante o jogo não é normal e nem deve ser ignorado. Com Pilates para golfe você pode evitar a dor e ter uma experiencia mais proveitosa no campo!

Fonte: Africa Alarcon, especialista em treinamento para golfistas - africa@golfepilates.com


sábado, 5 de março de 2011

Pausa para o carnaval

Queridos amigos, a equipe Rio Pilates fará uma pausa nas postagens até o fim do carnaval, mas prometemos que na quarta feira de cinzas estaremos de volta. Bom divertimento à todos.

Fabricio Mariano

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Benefícios do método Pilates para praticantes de escalada


Depois de alguns anos praticando escalada, muita gente acaba sofrendo de patologias (dores, deformações , artrose prematura, etc...) nas articulações interfalangicas.

As etiologias são várias:
- Excesso de treino, falta de repouso;
- Lesões;
- Pouca eficiência biomecânica, técnicas pouco efetivas, excessivas pegadas em flexão;
- Má organização muscular (falta de equilíbrio);
- Alinhamento postural deficiente;
- Falta de alongamento.

Estas condições provocam um excesso de tensão que produz retrações fasciais permanentes (aponeuroses, ligamentos, tendões, veias, cápsulas, etc…) afetando diretamente as articulações e produzindo um aumento da pressão e do atrito articular, o qual acelera o desgaste das cartilagens. Essa tensão começa a produzir deformações articulares, aspecto que agrava o problema. Quando as superfícies articulares não trabalham em uma posição correta, o atrito articular ao invés de acontecer em toda a superfície, se limita a uma determinada zona, isto unido a tensão acelera o processo degenerativo e antecipa o início da artrose.

Para isso são recomendados os alongamentos globais, já que incidem nas fáscias que unem as cadeias musculares.

Os exercícios de Pilates priorizam as possíveis compensações, além de outros aspectos como a respiração, posicionamento, imagens mentais, etc...

O método Pilates vai permitir o relaxamento dos tecidos fasciais buscando um equilíbrio anatômico e fisiológico, o qual vai eliminar a pressão articular, permitindo assim que as estruturas voltem a uma posição mais confortável e levando o corpo a um reequilíbrio postural mais eficiente.

Fonte: http://es.paperblog.com
Tradução: Fabricio Mariano

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Livro recomendado


Em "Treinamento de Força com Bola", Colleen Craig mostra aos leitores de todos os níveis de condicionamento como formar osso fortes, melhorar o equilíbrio e reduzir a gordura enquanto fortalecem e definem o corpo.

Fonte:
http://www.saraiva.com.br

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

Pilates auxilia no tratamento de Parkinson


O Parkinson é uma doença neurológica que caracteriza se principalmente por bradicinesia (lentidão dos movimentos), rigidez muscular global e tremores focais (em uma área do corpo) ou generalizados.

Em sua evolução o paciente pode apresentar ainda alterações posturais, dificuldades para a fala e movimentos minuciosos com as mãos e desequilíbrios posturais e de coordenação motora.

Porém o intelecto perdura por bastante tempo inabalado.

Então como o Pilates pode ajudar este paciente em sua condição?

Os sinais podem ser retardados, senão controlados, quando o paciente faz a ativação correta da musculatura de seu corpo na execução das ações, mesmo nas atividades de vida diária como higiene, alimentação, vestuário e afazeres domésticos simples, como limpar a casa, cozinhar, cuidar de seus animais.

A melhora da postura e dos movimentos cíclicos são notados muito cedo pelo próprio paciente quando ele pratica Pilates.

A melhora da marcha e do equilíbrio vêm junto com o ganho de força muscular, com o alongameto da musculatura rígida, trazendo assim melhor coordenação motora nos exercícios realizados sempre bilateralmente.

Tudo isso traz bem estar ao paciente que se vê mais útil e capaz.

O Pilates trabalha o corpo e a mente! Portanto, Pilates e Parkinson podem sim andar juntos!

Mantendo a medicação controlada e o bom acompanhamento médico e do seu instrutor de Pilates, o maior benefício será a melhora na qualidade de vida do paciente.

Equipamentos de Pilates: o que conta é a certificação do cliente!


Na hora de comprar os equipamentos para montar seu estúdio de Pilates a atenção deve estar dirigida para a qualidade da matéria-prima, o projeto ergonômico e a segurança. Experimente o equipamento você mesmo, antes de se decidir.

Por exemplo: ao se pendurar no Cadillac, você sente firmeza? As hastes laterais da Chair são firmes quando você se apóia sobre elas? O estofamento tem que ser confortável e firme para praticar os exercícios e não apenas macio como se fosse um sofá para assistir televisão. Confira e teste a ergonomia tanto para executar exercícios de pé, quanto deitados sobre o aparelho. Qual o tratamento que as estruturas metálicas recebem para não enferrujar?

São estas as qualidades que realmente importam na compra dos equipamentos: segurança, qualidade, conforto, durabilidade.

Existem empresas que chamam atenção para a certificação da ANVISA. Mas a verdade é que equipamentos de Pilates são isentos de certificação da Vigilância Sanitária.

Um agente da Anvisa esclareceu que a resolução número 260, de 23 de setembro de 2002, lista os produtos sujeitos a certificação. Os produtos não mencionados nessa lista são isentos de registro junto à Anvisa.

O fato é que empresas que comercializam produtos para saúde, como artigos e instrumentos médicos e odontológicos devem ter o registro da Anvisa para estes itens. Não importando se a mesma empresa também comercializa itens isentos, como os de Pilates.

Agora você já sabe: a qualidade do equipamento e a segurança que ele confere ao seu aluno é a certificação de que você, profissional de Pilates, precisa.

Para saber mais sobre as resoluções e áreas de atuação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária – ANVISA, acesse http://www.anvisa.gov.br/

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Water Pilates

O meio aquático é totalmente diferente do meio terrestre, por isto antes de preparar qualquer programa na água, há que conhecer suas propriedades físicas para elaborar um programa adequado às necessidades do praticante.

Pilates na água trabalha a força de duas maneiras: Primeiro, através da realização de movimentos específicos de "dentro para fora", e segundo, executando todos os movimentos contra a resistência adicional fornecida pela água e sua instabilidade.

A força do núcleo é construído tanto por meio de exercícios específicos, tais como "teaser", "máquinas de lavar roupa" e "duplo joelhos para cima" quanto usando os músculos abdominais como estabilizadores para os movimentos de balanço.

Músculos abdominais e lombares estão sempre em uso para promover ação devido a grande instabilidade que o meio flúido propicia.

Pilates na água aumenta a flexibilidade de duas maneiras: Primeiro, os próprios movimentos são muitas vezes potencializados, como o alongamento da perna "single" ou "Fly me to the moon." Isso ocorre porque exercícios em piscina aquecida aumentam a flexibilidade e amplitude de movimento, devido ao relaxamento muscular e a ação nos proprioceptores de estencibilidade OTG.

Nem todos os movimentos de Pilates podem ser realziados na água. No entanto, alguns podem ser mais facilmente executados e muitas vezes realizados de forma mais confortável por mais tempo do que em terra. Isso é especialmente benéfico para pessoas com algum distúrbio, síndrome ou patologia músculo-esquelética como osteoartrite e degeneração discal.

Pilates na água ensina como mover o corpo de uma forma integrada. Quando bem executado, o Pilates na água permite ao praticante, explorar sua fluidez e graciosidade de movimentos, aliados a respiração correta.

Pilates na água permite regressões e progressões, já que a maioria dos movimentos podem ser modificados ou alterados para os praticantes de acordo com seu nível. Se você é um novato ou tem preocupações adicionais devido a lesões, os movimentos podem ser modificados para atender as suas necessidades.

Se você é um atleta experiente ou praticante avançado, os movimentos podem ser variados para fornecer mais desafio, usando profundidades diferentes, diferentes áreas da piscina, equipamentos pequenos como flutuadores específicos, bandas elásticas, barras, rolos, movimentos na água pelos outros praticantes e trabalho em dupla.

Alguns detalhes à saber sobre Pilates na água.

A possibilidade de se trabalhar em apoio de paredes, barras, equipamentos e acessórios, assim como em profundidades diferentes, potencializa o trabalho de estabilização e equilíbrio.

Pontos fundamentais na técnica.

A temperatura da água pode baixar a temperatura corporal e dificultar a termorregulação, afetando a frequência cardíaca e a sensação de intensidade durante o exercício. Esteja atento no caso de piscinas sem aquecimento.

O peso do corpo é aproximadamente 90% menor na água.

A flutuabilidade reduz a tensão das articulações.

No meio aquático se diminui a pressão sobre as vértebras.

Existe uma verdadeira libertação do trabalho da musculatura tonica/postural.

A pressão hidrostática estimula os mecanismos respiratórios.

A ação da gravidade inter-relacionada com o empuxo dependerá da profundidade .

Qualquer movimento que se realize na água terá uma resistência a vencer maior do que a do ar. Aproveitaremos esta resistência para a realização de diferentes exercícios em todos os planos de movimento, com a vantagem que o sujeito pode eleger o nível de resistência:

Quanto mais força realizada maior a resistência oferecida pela água. A resistência multidimensional facilita o equilíbrio e a paridade nos músculos agonistas/antagonistas.

Esta resistência também pode ser incrementada com a utilização de materiais e acessórios, objetivando maior velocidade de movimento e consequentemente força.

Pilates na água queima em média 300 calorias por sessão sendo recomendado para quem sofre lesões ou problemas musculares, gestantes, terceira idade e indivíduos que desejem realizar uma atividade física de baixo impacto, mas que lhes garanta bons resultados.

Ao invés de desenvolver músculos volumosos, com Pilates na água você cria uma forma corporal definida, forte e equilibrada.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Estabilização segmentar vertebral

Estabilização Segmentar Vertebral (ESV) é um método inovador idealizado por Fisioterapeutas da Universidade de Queensland (Austrália) na década de 90, baseado em pesquisas cientificas.

O alto índice de dor lombar e cervical na população produtiva é alto, levando a conseqüências socioeconômicas desastrosas, devido a isso, um grupo de Fisioterapeutas (custeados pelo Governo Australiano e seguradoras) iniciou uma pesquisa para desenvolver um método de tratamento mais efetivo que reduzisse as recidivas a longo prazo.

Surgiu então a ESV; o re-treinamento do Sistema Muscular através dos exercícios de controle motor tem sido utilizado com sucesso não só na coluna vertebral como também nas articulações periférica.

A ESV possui uma vasta aplicabilidade clínica e deve ser utilizada em conjunto com outras técnicas como: Pilates, Mobilização Neural, Estabilização Lombopélvica Dinâmica, Mulligan entre outras.

Fonte: http://www.maisfisio.com.br/

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