
Fabricio Mariano


A vantagem? Conhecendo o seu corpo, você tira melhor partido dele. Aqui, no lugar das repetições, você vai contrair – e sentir bem! – a musculatura dos glúteos e posteriores de coxas.
Uma pequena variação faz toda diferença em um exercício inteligente como este. Na posição número 1, o foco é o bumbum.
Na 2, com um objeto atrás do joelho (como um pesinho) para aumentar a contração, a ênfase vai para a parte de trás das coxas.
Posição 1
Em quatro apoios, abdômen contraído (para proteger a região lombar), ombros alinhados com os cotovelos e as mãos.
Com o joelho direito flexionado, contraia o glúteo direito e eleve a perna, que fica paralela ao chão. O corpo fica alinhado desde o joelho direito até o pescoço.
Com a sola do pé em direção ao teto, mantenha a contração do glúteo – sentindo como se ele estivesse sendo “espremido”. Segure, contando até 15 (devagar).
Desça a perna até quase encostar no solo. Faça três vezes e repita com a outra perna.
Posição 2
Para desafiar ainda mais os glúteos e acionar o posterior de coxa, use um pesinho (ou uma toalha pequena dobrada) atrás do joelho da perna direita.
Segure, contando lentamente até 15. Faça três vezes e repita com a outra perna.
Fonte: http://www.revistapilates.com.br/

Conhecido por trabalhar o reequilíbrio corporal e a reeducação postural, o método pilates vem sendo utilizado como forma de tratamento para pessoas com Síndrome de Down. Estes pacientes sofrem de atrasos motores, o que faz com que sejam necessários ajustes posturais, controle dos equilíbrios estático e dinâmico, além de melhoria da coordenação motora ampla e fina e da sensibilidade tátil.
Como o pilates é uma disciplina que se concentra nos músculos, peças-chave para a boa postura, o método é largamente indicado aos pacientes com Síndrome de Down, devido ao fato de estas pessoas apresentarem a chamada hipotonia, que é a falta de tônus muscular, o que causa a flacidez.
Assim, o pilates pode ter um papel importante no objetivo de estimular a força muscular, a flexibilidade, a correção postural e o equilíbrio, além de reduzir o risco de lesões. De acordo com a fisioterapeuta Sylvia Borboni, o ideal é que o trabalho seja realizado com atendimento individual ao paciente considerado especial. "Mesmo que existam mais pacientes em uma sala, a atenção à pessoa com a Síndrome de Down deve ser reforçada para que haja suporte ao equilíbrio."
O diferencial de uma aula de pilates para pessoas especiais é o aspecto lúdico. "Eles costumam se distrair com muita facilidade, então, lançamos mão de atividades dinâmicas e de equipamentos que despertam o interesse, como é o caso da bola, por exemplo." O pilates utiliza, ainda, bastões, faixas elásticas e tábuas de equilíbrio, que trabalham o ajuste postural.
Fonte: http://www.acessa.com
Tipicamente praticado pelos jovens, o Skate é uma modalidade que exige forma e flexibilidade para executar manobras super técnicas e de alto impacto. Logo, um bom condicionamento físico torna-se um aspecto obrigatório para quem quer ser um bom skatista. O Pilates pode ajudar nesta tarefa. O Skate é um esporte que exige muito do atleta. Por isso, Rafael Russo (27), skatista profissional há 10 anos, começou a praticar Pilates: ele sentia necessidade de fortalecer a musculatura e de ter um corpo mais alongado. “Até na hora de realizar as manobras, sinto mais facilidade por estar alongado. A musculação te dá força, mas te deixa rígido e como skate exige muita mobilidade, o Pilates ajuda bastante por que dá mais elasticidade”, completa.
Através do alinhamento postural, o método Pilates fortalece o core, a coluna e a região pélvica, o que faz com que estas regiões não fiquem sobrecarregadas durante a execução das manobras mais complexas, por conta da estabilização da pelve.
Com o trabalho de tonificação muscular é possível melhorar a contração isométrica (ação muscular na qual não ocorre mudança no comprimento do músculo) no momento em que é executada a manobra, desde o agachamento para o Ollie-Air (ultrapassagem de obstáculos elevados) e suas variações, até o final da manobra, quando é preciso reequilibrar o corpo sobre o skate, trabalhando assim a musculatura e também diminuindo o impacto na coluna e nas articulações.
Fonte:http://metodistadosul.tempsite.ws http://skatesaude.blogspot.com
A esclerose múltipla é uma doença neurológica crônica, de causa ainda desconhecida, em que se observa maior incidência em pessoas do sexo feminino. Distúrbios na marcha, na força, dormências, fraqueza muscular, rigidez articular e falta de coordenação motora estão entre os principais sintomas. Em estágios mais graves, a EM pode acarretar episódios de infecção ou insuficiência respiratória, que devem ser tratados com atenção e rapidez para minimizar o desconforto do paciente e coibir uma piora do seu estado geral.
A variedade dos sintomas e os diferentes graus de incapacidade dificultam a elaboração de guias e padronizações para a orientação de exercícios para essa população. No entanto, é certo que a execução de exercícios suaves é recomendada para as pessoas que carregam esta doença.
Estudiosos no assunto recomendam a aplicação de exercícios para desenvolvimento da força muscular. Por isso, o Pilates é tão indicado. A técnica colabora na melhora da coordenação das atividades conscientes e inconscientes. Um dos grandes benefícios é a diminuição da fadiga, mal que também afeta os pacientes com EM.
Os exercícios devem seguir uma lógica crescente de funcionalidade onde, para aqueles com maior déficit motor, sugere-se a aplicação de movimentos passivos, como, alongamentos lentos para os principais grupos musculares. A reeducação diafragmática e da musculatura acessória também entra na lista de benefícios.
Para indivíduos com maior nível de força são indicados alongamentos ativos e exercícios de resistência, com ou sem a ação da gravidade e com número de repetições próximo ao nível da fadiga.
O mais importante é que o paciente deve ter a aprovação médica para realizar os exercícios. Além disso, professor e médico devem estar em constante troca de informações sobre o paciente, pois é o médico que poderá permitir intervenções coerentes ao longo do tempo.
Fonte: Jader Beck, profissional de Pilates.
A localização de seu estúdio pode determinar as características que o diferenciará dos demais concorrentes. Existem vantagens e desvantagens que poderão determinar como proceder com os clientes de seu estúdio.
O site Negócio Pilates classificou 4 tipos principais de estúdios:
Estúdios dentro de Clínicas – neste caso, a maior vantagem está na clientela que já é da clínica. No entanto, o ambiente médico pode intimidar e os clientes podem assimilar o Pilates a uma técnica exclusivamente de reabilitação. Separar um ambiente do outro, com entradas independentes pode ser uma boa solução.
Estúdio dentro de Academias – é um ambiente que já conta com uma boa estrutura e remete à qualidade de vida e bem estar. Além disso, é mais fácil apresentar o método aos clientes. A desvantagem está no excesso de barulho e na taxa de retenção oscilante – fazer planos trimestrais e semestrais para amenizar esta oscilação pode ajudar.
Estúdio dentro de Hotéis/Condomínios – o espaço é planejado e seu público tem alto poder aquisitivo. Contudo, a movimentação deste tipo de estúdio poderá não ser constante, por isso, se você pretende abrir um estúdio dentro de um hotel, precisar conhecer o fluxo de hóspedes e o tempo de estada de cada um. Dentro dos condomínios é preciso saber quantos moradores estariam interessados em aderir às aulas e fazer uma estimativa dos horários mais procurados.
Rua – quando se abre o próprio estúdio, sem o apoio de uma clínica ou academia, a divulgação ocorre de maneira mais fácil. É possível promover o estúdio como um estabelecimento que trabalha exclusivamente com o método Pilates, dando maior visibilidade à marca. Porém, abrir um estúdio deste tipo requer um grande investimento. É necessário planejar todas as despesas iniciais e fixas, definindo então o valor cobrado pelas aulas. Outro problema que pode ocorrer, é a ausência de estacionamento, que pode acabar influenciando na escolha do cliente pelo seu estúdio.
Para mais informações, acesse o site negociopilates.com.br
O Círculo Mágico, também conhecido como Anel de Pilates, é um aro flexível, que possui duas empunhaduras em lados opostos. Ele mede cerca de 40 centímetros de diâmetro, e é comumente fabricado através de uma espécie de metal flexível. Existem alguns modelos feitos de borracha, mas com o tempo de uso acabam adquirindo formato oval.
Quando puxado ou pressionado, o Círculo Mágico proporciona suave resistência para o treinamento. Ele pode ser incorporado a exercícios clássicos para elevar o nível de dificuldade. O Círculo Mágico dá resposta ao corpo de como ele está posicionado e quais músculos estão sendo usados. Seu objetivo não é oferecer grandes desafios de resistência, e nem tentar esmagá-lo ao meio, como a maioria das pessoas pensam.
Aparentemente, este é um dos únicos acessórios que foi inventado pelo próprio Joseph Pilates, a partir do anel de um barril.
Bastante popular entre os estúdios, o Circulo Mágico pode ser utilizado em diversos exercícios e posicionado em diferentes partes do corpo, tornozelos, joelhos, mãos, ajudando a tonificar braços, peito, quadris e coxas.
Confira alguns exemplos:
Exercício para o Peito – deite de costas com os joelhos dobrados e os pés apoiados no chão. Segure o círculo na altura do peito e posicione as mãos na parte exterior das empunhaduras. Inspire. Ao expirar, contraia os músculos peitorais e aperte o círculo.
Exercício para o Bumbum – deite-se de barriga para baixo com os joelhos dobrados. Coloque o círculo entre seus tornozelos. É um tanto complicado, por isso, até que você se acostume, peça para um amigo, ou instrutor ajudá-lo a colocá-lo na posição. Ponha uma mão sobre a outra, fazendo-as de travesseiro, e apoie a testa sobre as mãos. Inspire. Ao expirar, esprema os glúteos e pressione o círculo com os dois tornozelos.
Ponte com abdução e adução – a ponte é um exercício focado no bumbum e no core. Adicionando o Círculo Mágico, coxas interna e externa também serão trabalhadas. Deite de costas com os joelhos dobrados e os pés apoiados no chão. Coloque o círculo entre a parte interna das coxas, logo acima dos joelhos. Force os músculos abdominais e levante cada vértebra do chão, até que você esteja na posição da ponte.
Simultaneamente, aperte o círculo com a parte interna das coxas. Após ter feito esta série, coloque o círculo sobre a parte externa da coxa. Execute o mesmo exercício.
Fontes: http://pilates.about.com , http://www.livestrong.com


A incontinência urinária é definida como “uma condição na qual a perda involuntária de urina é um problema social ou higiênico e é objetivamente demonstrável”.
A necessidade de ir ao banheiro imediatamente, a perda de urina durante o sono ou depois de algum esforço como tossir ou pegar peso, ou não perceber que a bexiga está cheia são situações mais comuns do que se imagina. As causas da IU são diversas, entretanto, a maioria dos casos manifesta-se em pessoas de idade avançada (15% a 30% das pessoas acima de 60 anos), no período de gravidez, no pós-parto, durante a menopausa (em que há a diminuição dos hormônios femininos), durante o tratamento do câncer de próstata, e em pessoas com incapacidades físicas e mentais.
Embora atinja todas as idades e ambos os sexos, as mulheres são mais suscetíveis à incontinência urinária, apresentando uma probabilidade duas vezes maior de desenvolvê-la. A musculatura mais forte, a uretra mais longa e a presença da próstata contribuem para os índices mais baixos entre os homens.
Além de remédios e as intervenções cirúrgicas convencionais, o Pilates surge como uma nova alternativa de tratamento e também de prevenção à IU, já que tem como um dos principais focos o fortalecimento da musculatura pélvica – favorecendo assim um maior controle sobre o fluxo de urina.
Por isso, alunos de Pilates são menos suscetíveis à doença, já que, durante as aulas eles têm a chance de trabalhar mais as regiões do abdômen e pélvica, especialmente o períneo (área entre o ânus e a uretra).
É muito importante que cada aluno de Pilates seja avaliado quanto ao grau de força do assoalho pélvico e ao nível de consciência da ação dessa musculatura – que como qualquer outra, é capaz de contrair e relaxar. Sendo assim atividades envolvendo a contração e o relaxamento do períneo podem ser inseridas num programa de exercícios de Pilates.
No entanto é importante relembrar que os casos de incontinência urinária devem ser acompanhados por um médico que, aí então, poderá indicar o Pilates como uma solução para o problema. Ao fisioterapeuta, ou o instrutor de Pilates, caberá a tarefa de desenvolver e aplicar um plano de reeducação do pavimento pélvico, um processo individualizado e que dê resposta às necessidades de cada paciente.
Fonte: Lisiane Clemente – Fisioterapeuta
O treinamento com o Bosu é de origem americana e caracteriza-se por ter como principal objetivo melhorar a condição física de cada participante em exercícios cardiovasculares, de força e flexibilidade. O Bosu é um acessório que tem a aparência de uma bola cortada ao meio e é bastante requerido pelos estúdios por ser de fácil uso e pela versatilidade dos exercícios – ele possibilita flexões de braço, abdominais, pulos e todos os exercícios de Pilates.
Os exercícios praticados no bosu trabalham necessariamente com o alinhamento do eixo de gravidade para o equilíbrio. A conseqüência disto é a consciência corporal de quem pratica, além da melhora na coordenação, aumento da eficiência neuromuscular onde os músculos agonistas, antagonistas, neutralizadores e estabilizadores funcionam juntos durante a maioria dos movimentos.
O Bosu tem origem americana. Seu nome é uma sigla para “Both Sides Up” (Ambos Lados Para Cima). Ele pode ser usado tanto na parte plana quanto na parte oval. Daí a origem da sigla. De qualquer lado é preciso ter força para manter o equilíbrio durante o exercício.
Dentre os benefícios da prática do Pilates com o Bosu, estão:
- melhora na coordenação, no equilíbrio e na função neuromuscular;
- por exigir esforço muscular, os exercícios feitos no Bosu resultam na melhora da postura e dos movimentos funcionais;
- cria uma nova visão de consciência corporal, posicionamento do corpo, alinhamento postural e movimentos seguros;
- melhora a estabilidade do core.
Fonte: http://www.bosu.com.br/