quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Como o Pilates pode ajudar crianças com Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade



O TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) é atribuído a indivíduos que apresentam desatenção e inquietude exageradas. Antes da alteração da nomenclatura médica, em 1994, o TDAH era conhecido como DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção). É considerado um transtorno do desenvolvimento, distúrbio inato que o indivíduo pode carregar da infância para a fase adulta, como a dislexia e o autismo.
O TDAH é, atualmente, definido por 18 sintomas divididos em dois blocos: sintomas de desatenção e  sintomas de hiperatividade e impulsividade. Trata-se de uma doença de dimensão, ou seja, toda pessoa apresenta um grau de desatenção e inquietude, mas só é diagnosticada como portadora quando esse grau é elevado, ultrapassa a média estipulada pela medicina, e quando esses sintomas passam a prejudicar demais o indivíduo. Na infância, o TDAH pode ser detectado quando a criança:
  • com frequência deixa de prestar atenção a detalhes ou comete erros por descuido em tarefas escolares e outras;
  • com frequência tem dificuldade em manter a atenção em tarefas e atividades lúdicas;
  • com frequência parece não escutar quando lhe dirigem a palavra;
  • com frequência não segue instruções e não termina tarefas;
  • com frequência tem dificuldade para organizar tarefas e atividades;
  • com frequência perde coisas necessárias para tarefas ou atividade (brinquedos, lápis etc.);
  • é facilmente distraída por estímulos alheios à tarefa;
  • com frequência apresenta esquecimento em atividades diárias;
  • com frequência agita mãos e pés ou se remexe na cadeira;
  • com frequência abandona sua carteira em sala de aula ou em outras situações em que se espera que permaneça sentada;
  • frequentemente corre ou escala em demasia, mesmo quando é inapropriado ao local ou situação;
  • está frequentemente “a mil” ou “a todo vapor”;
  • com frequência fala em demasia;
  • com frequência responde precipitadamente antes de uma pergunta ter sido completada;
  • com frequência tem dificuldade para aguardar sua vez;
  • frequentemente interrompe ou se mete em assuntos dos outros.
Segundo o neuropsiquiatra Paulo Mattos, em entrevista à Marília Gabriela no canal GNT, o TDAH é um dos transtornos de maior influência genética apontado pela psiquiatria. Isso abre a possibilidade de que nossos antepassados sofressem do distúrbio sem serem diagnosticados. Há descrições médicas do século 19 que tratam de crianças que apresentavam comportamento diferente.
O TDAH aparece quando a criança já tem cerca de 6 ou 7 anos, quando adentra a vida escolar e tem que ficar sentada, prestando atenção na professora. Uma em cada 20 crianças não consegue se concentrar, portanto, apresentam o transtorno. Há ainda as que não apresentam hiperatividade (TDA), mais comum entre meninas, o que torna possível que o transtorno passe despercebido: elas se prejudicam por conta do distúrbio, mas não chamam a atenção porque não atrapalham a aula.
A psiquiatra Tatyane Coló ressalta ser fundamental a percepção dos pais e professores para o diagnóstico do TDAH. Ela conta que não há exames específicos para a detecção do distúrbio, somente a anamnese, entrevista realizada pelo profissional da saúde que busca relembrar todos os fatos relacionados ao transtorno e ao indivíduo acometido por ele. Coló diz ainda que a maior parte dos adultos com TDAH desenvolve medidas colaterais para lidar com o transtorno. “O indivíduo não consegue sentar e estudar. Mas, ao longo da vida, ele teve que aprender a fazer isso bem ou mal. Então, ele desenvolve ‘técnicas’ que possam ajudá-lo. Por exemplo, estuda ouvindo música, ou em silêncio absoluto, ou lê em voz alta”, explica.
No post “Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH): Um Fantasma Conveniente?”,  a psicóloga e antropóloga Susan Andrews afirma que virou moda, tanto no Brasil como nos Estados Unidos, diagnosticar crianças bagunceiras como “hiperativas”. Andrews apresenta dados alarmantes em relação ao consumo de medicação para tratamento do TDAH: mais de 1 milhão de caixas de Ritalina em 2005 já representavam um aumento de 25% em relação ao ano anterior. No Brasil, estima-se que o TDAH atinja de 3% a 6% das crianças em idade escolar. Ela ainda cita, em seu artigo, o caso do célebre primeiro-ministro do Reino Unido, Winston Churchill, que poderia ser considerado uma vítima do transtorno quando criança por sua “conduta excessivamente ruim, sempre se metendo em alguma enrascada, um problema constante para todos”. No livro “Mentes Inquietas – TDAH: Desatenção, hiperatividade e impulsividade”, a psiquiatra Ana Beatriz Barbosa Silva explica que é preciso saber identificar se a criança faz a travessura involuntariamente ou para te desafiar.
Em muitos casos, o TDAH pode ser tratado com a prática de exercícios físicos aliada ou não ao uso de medicação. De acordo com a psiquiatra Tatyane Coló, a atividade física melhora a capacidade de concentração e diminui a ansiedade do indivíduo. Outros benefícios do Pilates para pessoas em tratamento:
  • aumento da autoconfiança;
  • ganho de consciência corporal;
  • melhora da postura;
  • alívio de tensões e dores;
  • aprimoramento da coordenação e do equilíbrio;
  • prevenção de lesões.
Rafaela Porto, instrutora certificada e coordenadora técnica de Pilates, recomenda que as aulas sejam feitas com profissionais qualificados e materiais apropriados para a prática. “Isso vai refletir num aumento da auto-estima e confiança. Ouvir músicas durante as aulas é uma opção que ajudará o praticante tanto na concentração da execução dos exercícios, quanto nas respostas psicológicas presentes em qualquer atividade física que envolva coordenação motora como o Pilates”, explica Porto. “O equilíbrio é restabelecido, restaurando as conexões responsáveis pela sensação de segurança ao realizar as atividades do dia-dia”, conclui a instrutora.

Fonte: revistapilates.com.br

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Aulas em grupo no Reformer



As aulas de Pilates em grupo consistem em um treinamento progressivo, motivador, seguro e razoavelmente variado, considerando que:
Aulas em grupo são sempre treinamento. A pós-reabilitação, necessidades de reeducação postural e outras necessidades devem ser abordadas em um programa individual.
Entender que o Pilates é uma disciplina “mente-corpo” e não uma técnica de relaxamento, meditação ou alongamento passivo.

A quem se destina?
As aulas em grupo no reformer são destinadas a pessoas de todas as idades e ambos os sexos, que são saudáveis e não mostrando qualquer lesão ou patologias que os impeça de realizar pelo menos 90% do repertório básico.
O número ideal de participantes deve ser entre 4 e 8.

Quais os equipamentos necessários?
  • Reformer com caixa
  • Acessórios de reformer e de solo
  • Plataforma de saltos
  • Plataforma de extensão
  • Bandas elásticas
  • Fitness circle
  • Toning ball
  • Soft-ball
Organizando os grupos
O ideal é organizarmos os grupos o mais homogêneo quanto possível em termos de aptidão para a aprendizagem, condição física e idade. Se não for possível, devem priorizar exatamente nesta ordem.
Recomenda-se não misturar pessoas de diferentes níveis, mas infelizmente isso ocorre as vezes. Nestes casos, devemos respeitar o nível de que a aula se propõe, nunca abaixá-lo ou elevá-lo para atender somente um cliente específico.

Grupos introdutórios do Método
Grupos introdutórios devem ser grupos temporários de 4 a 8 aulas. Nestes grupos, o cliente aprenderá sobre os princípios, entrará em contato com o repertório e o programa de exercícios de base e o funcionamento da máquina, posteriormente ele poderá passar para o próximo nível.

Estrutura de uma Classe
Em uma aula de Pilates há uma grande variedade de exercícios e séries, cujos objetivos finais podem ser reduzida em três conceitos:

  • Mobilizar as articulações
  • Flexibilizar o corpo
  • Fortalecer as camadas: os músculos profundos e intermediários (postura, estabilidade) e os músculos das camadas exteriores (mobilização).
Com estes três conceitos que desenvolvemos as três diretrizes para o planejamento de uma aula:
Mobilização: da coluna, da pélvis e da cintura escapular(como prioridade) e das articulações periféricas em segundo plano.

Fortalecer: os músculos do núcleo e das camadas profundas (como prioridade) e os músculos dos membros superiores e inferiores em segundo plano.

Flexibilizar: músculos posturais (prioridade) e os músculos periféricos e mobilizadores em segundo lugar.

Qualquer exercício de Pilates pode ser classificados em um dos três grupos acima. Desses há exercícios que podem fazer parte de mais do que um grupo de cada vez, por exemplo, combinar fortalecimento com a flexibilidade e mobilização.

Além deste planejamento inicial devemos considerar as próximas cinco diretrizes:

  • PLANO DE MOVIMENTO: realizar movimentos em todos os planos possíveis (frontal, sagital e transversal, isto significa: flexão, extensão, flexão lateral, rotação, abdução, adução e movimentos específicos da pelve e cintura escapular.
  • Grupos musculares: exercitar todos os grupos musculares a fim de evitar desequilíbrios (Núcleo (core), coluna dorsal, braços, pelve (músculos mobilizadores), pernas, etc.
  • MUDANÇA DE POSIÇÃO DO CORPO: Exercício em diferentes posições: supino, prono, sentado, quadrúpede, decúbito ajoelhado, em pé e decúbito lateral.
  • FRENTES E DIREÇÕES DE TRAÇÃO: a respeito da barra de pé do reformer: de frente, de costas e de perfil.
  • SEGURANÇA: O ponto mais importante a considerar no planejamento ao decidir as sequências e exercícios. Seja claro sobre o nível que tem o grupo e as dificuldades que pode responder.
Considerando este últimos aspectos mencionados, você organiza uma aula eficaz, segura, organizada e dinâmica.

O que não pode faltar
  • Mobilize sua coluna em todos os planos: flexão, extensão, flexão lateral e rotação
  • Exercite regiões periféricas: ombro e braço músculos e quadril e pernas
  • Trabalhando o núcleo, o centro (músculos profundos posturais)
  • Mudanças na posição do corpo (supino, prono, sentado, ajoelhado e em pé)
  • Mudanças de posição na máquina (frente, costas e perfil)
Lembre-se que as progressões se dão avançando nas posições. No entanto, todos as aulas devem incluir combinações dos quatro grupos e nas três frentes.

Por  Laura Pelinski

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

FELIZ NATAL


UM NATAL MARAVILHOSO E QUE PAPAI DO CÉU ILUMINE À TODOS SEMPRE. É O QUE DESEJA A EQUIPE RIO PILATES.

Tipos de estúdios de Pilates



A localização de seu estúdio pode determinar as características que o diferenciará dos demais concorrentes. Existem vantagens e desvantagens que poderão determinar como proceder com os clientes de seu estúdio.
O site Negócio Pilates classificou 4 tipos principais de estúdios:
Estúdios dentro de Clínicas – neste caso, a maior vantagem está na clientela que já é da clínica. No entanto, o ambiente médico pode intimidar e os clientes podem assimilar o Pilates a uma técnica exclusivamente de reabilitação. Separar um ambiente do outro, com entradas independentes pode ser uma boa solução.
Estúdio dentro de Academias – é um ambiente que já conta com uma boa estrutura e remete à qualidade de vida e bem estar. Além disso, é mais fácil apresentar o método aos clientes. A desvantagem está no excesso de barulho e na taxa de retenção oscilante – fazer planos trimestrais e semestrais para amenizar esta oscilação pode ajudar.
Estúdio dentro de Hotéis/Condomínios – o espaço é planejado e seu público tem alto poder aquisitivo. Contudo, a movimentação deste tipo de estúdio poderá não ser constante, por isso, se você pretende abrir um estúdio dentro de um hotel, precisar conhecer o fluxo de hóspedes e o tempo de estada de cada um. Dentro dos condomínios é preciso saber quantos moradores estariam interessados em aderir às aulas e fazer uma estimativa dos horários mais procurados.
Rua – quando se abre o próprio estúdio, sem o apoio de uma clínica ou academia, a divulgação ocorre de maneira mais fácil. É possível promover o estúdio como um estabelecimento que trabalha exclusivamente com o método Pilates, dando maior visibilidade à marca. Porém, abrir um estúdio deste tipo requer um grande investimento. É necessário planejar todas as despesas iniciais e fixas, definindo então o valor cobrado pelas aulas. Outro problema que pode ocorrer, é a ausência de estacionamento, que pode acabar influenciando na escolha do cliente pelo seu estúdio.

Fonte: negociopilates.com.br

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Sarah Oliveira adapta o pilates do dia a dia para beneficiar gravidez



Sarah Oliveira está a um mês de ser mãe. Para ajudá-la durante a gestação, Sarah não abriu mão do Pilates, atividade física praticada por ela desde antes dessa primeira gravidez. Aos 33 anos, a ex-VJ e apresentadora do programa Viva Voz, exibido pelo canal GNT,  exibe o barrigão e uma saúde invejável graças aos cuidados especiais e aos exercícios de Pilates, realizados duas vezes por semana.
“Apesar de já praticar com frequência, senti uma grande diferença na respiração. Tive de reaprender a inspirar e expirar. O bom é que consegui levar a técnica para outras atividades, como a musculação”, ela conta em entrevista ao UOL.
Rosana Seixas, fisioterapeuta da apresentadora, adaptou o treino, modificando todos os movimentos. “Isso acontece porque as futuras mamães têm algumas limitações físicas”, explica a profissional. Essas limitações são dribladas ao longo da gravidez, quando a gestante adquire um bom condicionamento físico, com o fortalecimento abdominal e o controle do peso.
O Pilates garante uma gestação mais serena e ameniza os desconfortos causados pelas mudanças no corpo durante o período. Além disso, melhora a circulação para a região pélvica, aumenta a capacidade de estirar e relaxar durante o parto, acelera a recuperação e cicatrização. Ou seja, a prática aumenta as chances de um parto tranquilo e da restauração mais rápida do abdômen, garantindo o bem-estar da mãe e do bebê antes, durante e após o parto.
É importante ressaltar que a prática do Pilates deve ser iniciada após avaliação médica e com o acompanhamento de um instrutor qualificado, que viabilize um treino adequado para a gestante.

Fonte: corpoacorpo.uol.com.br

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

A prática do Pilates encontra aliados na caminhada, na hidroginástica e na Yoga



Como aconteceu com a ginástica aeróbica na década de 70, o Pilates conquistou seu espaço no mundo fitness e tem sido indicado por médicos em hospitais para auxiliar na reabilitação de pacientes e no tratamento de males como o câncer, AVC e doenças neurológicas. Muitos são os motivos para a prática, desde a busca pelo corpo perfeito até a prevenção ou recuperação no caso de dores e lesões. Procurado por pessoas de todas as idades, a técnica do Pilates é considerada completa, uma vez que ajuda a manter o corpo saudável e melhora a concentração, a memória e o controle das emoções.
Com a popularização da prática e a explosão de estúdios nos últimos anos, instrutores buscam se diferenciar cada vez mais e criam novas formas de execução. Além da prática no solo e nos aparelhos, hoje é possível encontrar outras três modalidades - Walker, Hidro e YoLates – que aliam características da caminhada, hidroginástica e yoga ao exercício do Pilates.
O Pilates Walker pode ser realizado sobre a esteira ou ao ar livre e tem os mesmos benefícios cardiovasculares de uma caminhada convencional, apresentando uma maior queima de calorias e potencialização do efeito do Pilates. A atividade utiliza a essência do controle da mente sobre os músculos: com a concentração no ato de caminhar, o peso corporal se distribui melhor e passa a exigir o trabalho de músculos que antes não faziam parte da caminhada – o que provoca um maior gasto calórico. O Pilates Walker também deixa braços e abdômen mais definidos, já que são acionados através de exercícios característicos do Pilates.
O treino do Hidro Pilates fortalece e alonga músculos com movimentos de fácil execução. Como a água oferece resistência, eles são mais exigidos do que na prática no solo. Os exercícios realizados na piscina também acionam o abdômen, princípio do Pilates mantido pela modalidade. A atividade promove o ganho de flexibilidade, uma postura mais organizada e uma maior consciência corporal.
O YoLates é uma combinação de Yoga e Pilates. As aulas focam no fortalecimento dos músculos através de movimentos controlados com foco em flexibilidade, que ora são segurados, ora fluem para aumentar a frequência cardíaca. A modalidade trabalha todos os músculos do corpo utilizando o próprio peso corporal, uma faixa ou, por vezes, um pequeno peso. É uma combinação do trabalho do Pilates e a força e flexibilidade da Yoga.

Fonte: tudosobrepilates.com.br

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Hospitais adotam a prática do Pilates na reabilitação de pacientes

Centro de Reabilitação do hospital Israelita Albert Einstein

A partir do dia 19 de novembro, passa a funcionar o hospital RDOVIVER, localizado em Ribeirão Preto, interior de São Paulo. O hospital apresenta, dentre os diferenciais, seu Centro de Reabilitação, que trabalha com método Pilates e conta com educadores físicos, fisioterapeutas, fisiatras nutricionistas e cardiologistas para atender aos setores do hospital: pacientes internados, pós-parto, pós-cirúrgicos, provenientes do centro de infusão, pacientes portadores de lesão crônica, doenças cardio-respiratórias, vasculares, reumáticas, ortopédicas, neurológicas, terceira idade e encaminhados de outros serviços, além de um espaço completo para check-ups. No espaço, oferece ainda a Ergoespirometria, avaliação cardio-vascular e pulmonar completa sob controle médico.
O Pilates também é opção para tratamento e reabilitação no Hospital Israelita Albert Einstein, localizado na capital de São Paulo.
O Pilates é atualmente um dos métodos mais procurados em academias por aqueles indivíduos que querem cuidar do corpo, da postura e da própria consciência corporal.
Atento às novas necessidades de seus pacientes, o Einstein já oferece Pilates no tratamento de diversos problemas do corpo e também para pacientes em reabilitação. Na Europa e nos Estados Unidos, a prática do Pilates em tratamentos de saúde é cada vez mais utilizada. Agora, os pacientes também podem contar com o método no Brasil.
“O programa oferecido pelo Einstein é excelente para pacientes que necessitam de fortalecimento, flexibilidade e estabilidade da coluna. Vimos que trazia esses benefícios e decidimos implantar no hospital como mais uma prática na busca de saúde e bem-estar”, explica a fisioterapeuta Simone Przewalla, uma das responsáveis pelo programa de Pilates da instituição.
O Pilates é recomendado para pacientes com alterações posturais, pós-tratamento ortopédico, pacientes com sequelas ou déficits neurológicos (causados por derrames cerebrais e doenças neuromusculares, como distrofias musculares, amiotrofias espinhais, Esclerose Amiotrófica, neuropatias, miastenias etc.), idosos, grávidas, crianças e adolescentes com problemas de postura e indivíduos com necessidade de fortalecimento global.
“Os exercícios de Pilates que praticamos aqui são basicamente os mesmos dos de uma academia. A diferença é que aqui na Reabilitação, o nosso paciente é acompanhado por um fisioterapeuta, profissional apto a lidar com alterações posturais, patologias e dores, condições típicas nos pacientes que buscam nosso serviço. Além de estar mais preparado para lidar com estas situações, o fisioterapeuta conhece a parte técnica em relação ao problema do paciente, visto que já o acompanha durante outras fases de seu tratamento”, explica Simone.
“Essa orientação sendo realizada por um profissional de saúde é fundamental porque considera as características e as necessidades de cada paciente individualmente. Só vem a contribuir com as práticas já utilizadas na reabilitação e é mais uma opção para os pacientes do Einstein”, afirma.
Fonte: PressReleasesBrasil.com / Einstein.br


terça-feira, 30 de outubro de 2012

O Pilates e a boa postura começando pelos pés



Os apoios dos pés no chão condicionam uma boa estática e o apoio plantar deve ser um quesito importante levado em consideração nas aulas de pilates.
Os pés são a interface entre o solo e o corpo, e eles se adaptam aos movimentos da marcha, aos deslocamentos do corpo, as desigualdades do chão, as oscilações estáticas e eventualmente as deformidades dos segmentos suprajacentes. Esta adaptação, cuja finalidade é manter bons apoios, requer articulações perfeitamente móveis, nos três planos, comprimento muscular adequado e conscientização corporal.
O segmento pé – tornozelo é um conjunto proprioceptivo excepcional, pois recebem dos músculos, articulações e da pele muitas informações, incluindo o equilíbrio e ajuste postural na posição ereta. Juntamente com o captor ocular (olhos) é um elemento fundamental do sistema tônico-postural e pode ocasionar, se adaptar ou ambos aos desequilíbrios posturais.
Conscientizar o aluno aos seus apoios plantares trará informações úteis a ele em um trabalho futuro e não somente no momento da aula, mas também para na sua vida diária. Em primeiro lugar é necessário perceber quais são estes apoios, se há maior apoio de pé que outro; se o apoio está no antepé ou no calcanhar; e se o apoio de cada pé é no bordo interno ou externo. Após este primeiro exercício de percepção ainda é necessário compreender os quatro pontos de apoio dos pés: na parte posterior, as tuberosidades dos calcâneos posteriores internas e externas e na frente, as cabeças do 1º e 5º metatarsianos.
Na avaliação postural do aluno além de notar todos os pontos de apoio podal, qualquer tipo de variação neste segmento caracteriza o excesso ou deficiência de músculos agindo nos membros inferiores e no tronco. Estes quesitos serão importantes nos objetivos a serem traçados para a prescrição do exercício.
O pilates tem como um dos grandes benefícios a melhora da postura por meio de uma atividade dinâmica. Para corrigir os desalinhamentos iniciados pelos pés, nada melhor que uma atividade realizada de pé. A maior parte do tempo do nosso dia estamos em pé ou sentados, então como podemos corrigir desequilíbrios ascendentes realizando exercícios em decúbitos? Para tais correções, os exercícios devem ser realizados em ortostase.
Como o pilates dispõe de muitos exercícios temos uma ampla opção para trabalhar com os nossos alunos. Exercícios como o standing leg pump, foward lunge, side split, que são exercícios específicos para os membros inferiores, são ótimas opções para dar ênfase aos membros inferiores e aos pés. Mas como toda aula de pilates envolve o composto de concentração e coordenação, pode-se trabalhar também os membros superiores em ortostase sem esquecer o posicionamento dos pés.
Outra opção é o Standing Pilates – exercícios do solo que foram adaptados para a postura de pé. Trabalha-se a força o a alinhamento principalmente dos membros inferiores, as diferentes descargas de peso, a modificação dos apoios dos pés, em que se torna exigido em excesso a musculatura profunda dos pés, tornozelos e de todo o membro inferior.

Referências Bibliográficas:

Bricot, B. Posturologia
Bienfait, M. Os desequilíbrios estáticos
Breibart, J. Standing pilates

domingo, 21 de outubro de 2012

Studio de Pilates da Barbie



A boneca mais vendida do mundo também "pratica Pilates".
Desde os anos 80, começaram a aparecer alguns modelos limitados da Barbie, verdadeiras relíquias para colecionadores. São Barbies de várias épocas, reproduzidas com riqueza de detalhes. São modelos e acessórios que, de alguma forma, fazem uma homenagem, lembrando alguém ou alguma época e trazendo a boneca para nossa realidade.
Fazem parte desse universo as Barbies de fantasia, vestidas de fada, pássaro, anjo, patriota, militar, assim como as carreiras, de bailarina (que teve várias versões, em 1961, 73, 76, 91 e 98), cantora, pianista, médica, professora, policia, piloto e astronauta, esportista entre outros.
Fonte: wikipedia

quinta-feira, 18 de outubro de 2012

Cada aula de Pilates é uma experiência corporal única



Cada aula de Pilates proporciona uma experiência corporal única.
Conquistamos movimentos eficientes através da consciência do mesmo. Para o corpo escolher a melhor estratégia de recrutamento muscular, ele deve ser guiado, conduzido por um instrutor que mostre o melhor caminho.

Neurologicamente, são necessárias 50.000 repetições ensinando um padrão de movimento para automatizá-lo!

O instrutor lança mão de ferramentas como: estímulo visual, tátil e verbal. Esse último geralmente é enriquecido com o uso de imagens. Durante as aulas é comum ouvir: "expira e puxa o zíper interno, deixa o elevador subir e parar no terceiro andar".

É interessante perceber a reação dos alunos e como as imagens às vezes funcionam como teletransporte para o mundo das sensações.

Esse é o grande barato do Pilates! Além de ser um método eficaz na correção postural, entre outras coisas, as aulas permitem que o aluno se descubra usando seu próprio corpo.

Temos como maestro: o SNC; como orquestra: a estrutura óssea, articulações, músculos para compor a grande sinfonia: o movimento, a VIDA!!!

Como vocês estão regendo os alunos?!

Fonte: www.tudosobrepilates.com.br
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