quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Por que o Pilates é tão bom para as gestantes?


Muitas mulheres acreditam que o Pilates seja um dos melhores exercícios para se fazer durante e depois da gravidez. E elas estão corretas.

Uma das principais razões que torna o Pilates tão bom para as gestantes, é porque ele é uma atividade física de baixo impacto e ótimo para auxiliar no fortalecimento dos músculos centrais do corpo. Se o abdômen, as costas e o assoalho pélvico estão tonificados, eles suportarão com mais conforto e resistência o período de gestação e a hora do parto.

A capacidade de adaptação dos exercícios também é um fator importante que torna o Pilates a atividade física predileta das grávidas. A maioria deles pode ser modificada de acordo com cada fase da gravidez para permitir exercícios mais suaves ou focados em determinada área do corpo.

Além disso, o Pilates também é famoso por ajudar as novas mamães a recuperar a forma física que tinham antes da gravidez.

É sempre importante relembrar que, antes de iniciar qualquer atividade física, a mãe procure por orientação médica. Se ela nunca fez Pilates antes, é interessante que procure por uma turma de Pilates no Pré-Natal, ou então um instrutor que possa lhe dar total atenção durante a prática dos exercícios.

Pilates não aumenta a pressão sobre as articulações ou sobre as costas. Na verdade, as costas serão fortificadas, assim como o estômago e os músculos ao redor da região pélvica – o que permite uma mais fácil gestação, ao parto e recuperação.

Confira como os exercícios de Pilates pode ajudar em cada fase da gestação:

Pilates no primeiro trimestre de gravidez

Nos primeiros três meses de gestação, as mudanças nos hormônios podem fazer com que a mulher se sinta exausta e com náuseas. Contudo, exercícios leves podem ser feitos e, muitas vezes, podem realmente energizar o corpo e fazer com ela se sinta melhor fisica e mentalmente.

Pilates no segundo trimestre de gravidez

O segundo trimestre é, para a maioria das mulheres, a parte mais fácil da gravidez. Embora o corpo esteja mudando e se expandindo, os níveis de energia são geralmente elevados, e é aí que os exercícios devem ser maximizados, para proporcionar todas as vantagens do treinamento para os meses seguintes.

Pilates no terceiro trimestre de gravidez

No terceiro trimestre, as mulheres tendem a se sentir pesadas e com a constante sensação de desconforto. Os hormônios começam a se projetar para afrouxar as articulações do quadril podendo causar dores nas costas. O peso adicional do bebê pode modificar a noção de equilíbrio, as penas podem ficar inchadas e varizes podem se desenvolver. O Pilates ajuda a todas estas condições associadas à gravidez, reforçando os músculos centrais que, por sua vez, levam à melhora da postura e da circulação.

Trabalho de Parto

A melhora no tônus muscular e na circulação, obtida através da prática do Pilates também será de valor durante o trabalho de parto. Uma circulação melhorada permite uma maior oferta de oxigênio para o útero e torna o parto menos sofrido para o bebê. E, claro, as técnicas de respiração utilizadas no Pilates podem ajudar com o controle da respiração durante o parto.

Fonte: http://www.pilates.co.uk/

Mantenha os pés no chão – Pratique Pilates!


O Pilates desenvolveu sua reputação através dos exercícios de fortalecimento dos músculos do abdômen e da coluna, especialmente quando os mundos da terapia física e do fitness uniram-se nos anos 90.
Ao longo do tempo, este foi o foco do Método Pilates. Contudo, desta vez eu gostaria que concentrássemos nossas atenções nos pés.

No Pilates, os pés são muito importantes para determinar a forma como desenvolvemos o corpo. Os pés trazem a mente metáforas significativas para “nos movermos sempre em frente à vida” e, no entanto, em nossos corpos são os últimos a receber atenção. Se cuidarmos de nossos pés, poderemos diminuir os problemas nas costas, a dor nos quadris e nos joelhos, e relaxar nossos pescoços.

Da sola do pé até a coluna

Nossos pés não são apenas sensores pra nos dizer onde e como pisar. Eles também fornecem o equilíbrio para a pélvis, que o transmite até a coluna vertebral. O modo como você “usa” seus pés influencia nos músculos do abdômen, da coluna e do quadril.

O jeito como nós ficamos de pé, ou como movemos os pés, requer linhas diferentes do músculo na perna até a pélvis. O peso corporal da coluna e da pélvis é transmitido através do fêmur e da tíbia. No final da tíbia situa-se o tálus.

O tálus é o único osso do nosso corpo que não tem nenhum ligamento com músculos. Ele se move de acordo com as estruturas ao seu redor. E por que isso é importante? O tálus recebe o peso do corpo através da tíbia, o osso principal de sustentação de peso da perna. A tíbia é curvada sobre o topo do “casco” do tálus com a fíbula suportando o tálus pelo lado. O peso em seguida, se transfere a partir do tálus, que se propaga para o pé. Dependendo de como estamos nos movendo ou parados, os ossos do pé trocam interna ou externamente. Essas trocas são dinâmicas e, por sua vez mudam toda a estrutura do nosso esqueleto.

O Tálus Neutro

O tálus tem uma posição neutra e que é importante para manter a pelve também neutra. O tálus localiza-se entre a tíbia e o navicular. Se você desenhar uma linha conectando o tálus, o navicular, os três ossos cuneiformes e os três primeiros metatarsos até os dedos, você vai ver o arco medial (interior do pé). O outro lado é constituído do calcâneo, cubóide, o 4 º e 5 metatarsos e os dedos. Este é o arco lateral, ou o pé exterior. O pé interior é onde somos mais estáveis, e o pé exterior espalha o peso e ajuda-nos a ter mais estabilidade. A linha interna do pé é extremamente valiosa para o trabalho de equilíbrio e nos mantermos em pé.

Muitas pessoas, infelizmente, fazem uma pronação ou colapso do arco medial e torcem o arco em direção ao chão, ou até mesmo encostam.

Ao corrigir a posição do tálus você vai ver o corpo se mover para uma posição mais neutra. A pelve neutra em seguida, fornece a posição de equilíbrio que exerce a partir dos músculos abdominais profundos e fortalecer o core.

Corrigindo o Tálus com Pilates

O Pilates é ótimo para trabalhar com os pés, principalmente sobre o Reformer. “Agarrando” a barra com os dedos, o exercício trabalhará também o contraste entre o quadril e a coluna.

Quando as cabeças metatarsais são colocadas na barra com os dedos “enrolados” em torno da barra, o antepé (metatarsos e falanges) fica em um arco de suporte transversal. A maioria das pessoas têm que mover suas pernas para dentro a fim de encostar na barra uniformemente. Mas os ossos da coxa devem estar neutros em um alinhamento com a articulação do quadril. O que quero dizer com o trabalho contrastante dos quadris e da coluna é a espiral dos pés com uma rotação externa do quadril, que cria um padrão de força desde os pés até a pélvis.

Algumas pessoas tem o antepé compensado, seus metatarsos não encostam no chão em um mesmo arco transverso. Os metatarsos e os dedos arqueiam ou inclinam em direção ou longe da linha média. O dedão do pé pode ser maior do que o segundo dedo ou o oposto, quando o tálus está em ponto neutro. Isto ocorre devido à anos andando por aí com o tálus em posição não neutra. Se o aluno tiver essa compensação, ensine-lhes exercícios corretivos que possam melhorar a funcionalidade do pé e por sua vez, mudar a posição pélvica.

Recentemente, um professor local, que assistiu o meu seminário “Da Sola à Coluna”, usou esse conceito de tálus neutro em sua aula de Reformer orientando seus alunos a ficar com o calcanhar centrado e em contato com a barra durante todo o exercício, cientes de quando saíram do centro ou perderam o contato do calcanhar. Após uma aula, um aluno lhe disse que 90% de sua dor no joelho havia desaparecido. Assim, ele descobriu que dando mais atenção aos pés enquanto fazia Pilates não só poderia ajudá-lo a eliminar a dor no joelho, mas também eliminar a tensão lombar, e outros benefícios.

Exercício para os pés

Os movimentos abaixo são executados com o tálus na posição neutra:

Levante ou sente com a coluna neutra e levante os dedos do chão. O peso deve ser distribuído uniformemente entre o dedão, o dedinho do pé e a parte central da “bola” do calcanhar. Mantenha essa posição de contato, e em pé, tente trazer o fêmur para uma posição neutra, sem perder contato com o dedão. Você sentirá os rotadores do quadril ativados. Mantenha por 5 segundos. Baixe os dedos até o chão e mantenha a distribuição de peso igual. A tíbia deve estar na vertical. O objetivo deste exercício é sentir a cúpula do arco plantar, pontos de contacto tri-óssea e a musculatura dos membros inferiores.

Entendendo o poder dos pés, juntamente com as respectivas estruturas estática e dinâmica, ajude seus alunos para que eles sintam a conexão da perna com a pélvis e coluna vertebral. Trazendo a conscientização e mudança de alinhamento de um cliente aumenta os resultados positivos.

Por Madeline Black.

Fonte: http://www.pilates-pro.com/

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Pilates também é bom para quem está acima do peso

Fonte foto: www.revistadatribuna.com.br

É cada vez mais frequente encontrarmos pessoas que estão acima do peso à procura de estúdios de Pilates como forma de obter melhor condicionamento físico. É importante que os professores estejam atentos a estes alunos, pois, é provável que no começo eles se sintam inseguros com alguns dos movimentos propostos e desanimem.

Silvia Gomes, instrutora de Pilates, destaca algumas questões que devem ser observadas durante as aulas: “No aluno com gordura subcutânea (diz respeito às pessoas que tem a gordura acumulada na pele, formando aquelas dobras grossas), por exemplo, sua sensação de movimento fica modificada em relação à propriocepção articular, que se depara com uma limitação de adm (amplitude de movimento) imposta pela própria gordura. A sensação aferente dada pelo meio nas descargas de peso também fica alterada, visto que seus pontos de apoio estão “acolchoados” tirando a nitidez destas sensações, o que dificulta a importante clareza da posição inicial.”

Apesar dos desafios, não há nada que impossibilite os mais cheinhos a praticar Pilates, pelo contrário! Os professores estão lá para instruí-los e ajudá-los, conduzindo seus alunos através do direcionamento das mãos sobre ossos e músculos, e atentos a tudo. O fato de algo estar mais difícil não significa, em momento nenhum, que passe perto de desistirmos da prática. Vale encontrar sempre posições confortáveis e, na medida do possível, propor aulas dinâmicas e fluidas que contribuam com o aumento do gasto calórico e conscientização corporal intrínseca no método.

As aulas de Pilates são uma viagem em busca do autoconhecimento. O aluno em busca de suas sensações diante de seu corpo como está. O maior benefício para estas pessoas é a oportunidade de conhecer seu corpo, adquirir maior consciência sobre ele. Além disso, com o tempo, ele perceberá que sua postura, equilíbrio e coordenação melhoraram, proporcionando a sensação de autoconfiança.

Fonte: http://pilatespaco.blogspot.com/

Como identificar problemas posturais


Uma característica própria dos recém-nascidos é a forma de sua coluna vertebral. Quando eramos pequenos, nossa coluna era perfeitamente reta, e as curvaturas cervical, dorsal e lombar só apareceriam conforme nos tornássemos capazes de sustentar a cabeça, sentar e ficar em pé.

Ao longo da vida, no entanto, nossa coluna passa por transformações que desenvolvemos por conta dos maus hábitos que adquirimos e que acabam nos levando a sérios desvios posturais – o modo como nos sentamos em frente ao computador e a televisão; carregar mochilas pesadas; falta de exercícios de alongamento… Estas atitudes podem desencadear muitos problemas de saúde, tais como dores nas costas, enxaqueca, tensão muscular, fadiga e até mesmo estresse.

“Postura incorreta significa que seu corpo está fora de equilíbrio” diz a osteopata Anne Cooper do Centro Osteopata Newton, em Sidney. “Esse desequilíbrio quer dizer que seus músculos e seu corpo estão trabalhando muito mais que o necessário, gerando perda de energia e podendo levar a doenças.”
Mas o que é a má postura? Existem dois extremos denominados “postura excessivamente relaxada” e “postura rígida”.

Se você costuma trabalhar numa mesa de escritório é bem provável que você tem uma postura excessivamente relaxada: ombros curvados para frente, peito cavado e barriga saliente. As conseqüências disso? Uma respiração superficial, músculos atados na parte superior das costas, e tensão induzida por dores de cabeça.
No outro extremo da escala da má postura, temos a postura rígida. Quando a curva da sua coluna vertebral é exagerada, seu peito sobressai. As consequências disso são dores, tensão na parte inferior das costas e no pescoço, e, a longo prazo, uma espinha deteriorada.

E qual é a definição de uma boa postura? “É quando você é capaz de se levantar com os pés juntos e o seu peso uniformemente distribuído, sua pélvis, pescoço, espinha e cabeça em linha reta, mas não rígida” diz Anne.
Assim como o Pilates, existem muitas maneiras de atingir a postura perfeita. Pratique exercícios, atente-se a sua coluna e melhore sua qualidade de vida.

Fonte: http://www.pilates.net

domingo, 21 de novembro de 2010

Os benefícios da Chair

A Chair é bastante popular por ser um equipamento pequeno e que ocupa pouco espaço. Apesar de parecer com uma cadeira comum, ela possui diversas funções e pode ser utilizada de muitas formas para ajudar seus usuários nos exercícios.

Trata-se de um aparelho composto de uma caixa de superfície estofada, extremamente confortável para sentar, ficar de pé ou deitar com a ajuda de outra caixa acolchoada. Em cada uma das laterais, a Chair possui uma espécie de bengala, que serve para dar apoio ao praticante durante os exercícios, e que pode ser facilmente removida. Um dos lados contém dois pedais que estão interligados à caixa através de uma série de molas. Estes pedais podem ser pressionados para baixo, ajudando o usuário a construir músculos através de exercícios de resistência.

Os treinamentos neste aparelho exigem concentração e geram excelentes resultados. A Chair é fácil de ajustar, adaptando-se às necessidades de qualquer aluno, desde os iniciantes, até os de nível avançado.

Alguns dos muitos benefícios da Chair:

1. Melhora o Equilíbrio: seja sentado, em pé ou deitado sobre a superfície;
2. Melhora a Postura através de exercícios de estabilização pélvica e escapular;
3. Trabalha com a flexão de coluna, extensão, e flexão lateral, por meio de muitos exercícios com diferentes posições de alongamento;
4. Aumenta a força, promove massa muscular fina e ajuda no funcionamento do metabolismo;
5. Melhora o humor e a energia.

Fonte: http://www.pilates-back-joint-exercise.com/


quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Crianças podem praticar Pilates?


Podem e devem. A pratica é incentivada contanto que os limites das crianças sejam respeitados, assim como faixa etária e desenvolvimento motor.

Hábitos cada vez menos sadios vem sendo adquiridos pelas crianças. As horas e horas a frente da televisão, do computador e do videogame, podem gerar, além do estresse, consequências na postura. A rotina na escola, cheia de afazeres e quase sempre carregando bastante peso na mochila, faz com que a coluna, que está em fase de desenvolvimento, comece a se moldar de uma maneira que a deixará dolorida.

Os exercícios de Pilates ajudam a criança a trabalhar sua consciência corporal de uma maneira lúdica e desafiadora. É preciso estabelecer identidade e conexões nas aulas de Pilates e no universo o qual as crianças estão inseridas para que elas consigam perceber os benefícios da postura, concentração e da respiração correta. Os aparelhos são adaptados e são usados diversos acessórios, como, bolas de todos os tamanhos, fitas elásticas, rolos de espuma, Meia Lua, e outros materiais.

Os benefícios que o Pilates pode trazer para as crianças:

-Proteção do sistema locomotor;
-Melhora da postura;
-Sono tranquilo;
-Alongamento;
-Fortalecimento muscular.

Em suma, o Pilates é uma excelente opção para os pequenos, pois, dentre estas vantagens, ele proporciona condicionamento postural para um futuro adulto bem estruturado numa busca constante pela qualidade de vida.

Fonte: http://www.melhoramiga.com.br

Pilates Solo e Aparelhos: afinal, qual é a diferença?


Dentre as muitas variações que existem do Método Pilates, as modalidades de solo e com aparelhos são consideradas as duas únicas vertentes do método original.

Na modalidade de solo, também conhecida como Mat Pilates, os exercícios aparentam ser monótonos e de fácil execução.

Engana-se quem o vê dessa forma. No Mat Pilates, você depende da força de seu próprio corpo para realizar os exercícios, e, por isso, são considerados mais pesados do que os que utilizam aparelhos. Aqui, os músculos são trabalhados duplamente, ou seja, são tonificados e alongados ao mesmo tempo. É uma atividade que afeta o corpo inteiro, trabalhando o fortalecimento, alongamento e exercitando o equilíbrio. Além disso, o Mat Pilates, por exigir muito mais consciência corporal, modifica o relacionamento com o corpo e consequentemente, aumenta a auto-estima.

Na execução do método com a utilização de aparelhos, o praticante conta com a ajuda de alguns recursos para certos movimentos. As grandes estruturas de madeira e metal, inventadas por Joseph Pilates, cheias de molas e tiras de couro, promovem exercícios com impacto reduzido.

A diferença entre as duas modalidades está no nível de prática do aluno. Quando a atividade é executada em equipamentos, as molas, a cama e as empunhaduras são facilitadoras dos exercícios, e, por isso, são indicadas, principalmente para os iniciantes. No solo, novos desafios são propostos: os exercícios exigem ainda mais do aluno, que tem de controlar sozinho o seu corpo. O trabalho também pode ser facilitado pelo uso de acessórios como bolas e elásticos.

O Pilates é uma ginástica de baixo impacto e que respeita a individualidade. Não importando qual das duas modalidades é escolhida, o método proporciona corpos fortes, flexíveis e saudáveis, além de melhora na postura e elegância nos movimentos.

Fonte: http://www.cefta.com.br

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Os motociclistas e o Pilates


Apaixonados por motos e pelo estilo de vida free, os motociclistas são grandes amantes das estradas e apreciam viagens a longas distâncias.

Essa paixão, no entanto, pode desencadear alguns problemas para a saúde dos motociclistas. O Pilates entra como uma excelente alternativa para amenizar ou prevenir alguns males que são gerados quando muito tempo sobre duas rodas.

O coração é o grande responsável por bombear sangue para todo o corpo, bem como os membros inferiores – os corações periféricos. “A panturrilha, famosa batata da perna, é o que chamamos de coração periférico. Ele faz com que o sangue consiga vencer a gravidade, contrai a veia e faz com que ele suba. Quando mais parada a pessoa fica, mais difícil é o retorno do sangue ao coração”, explica o médico especialista em angiologia e medicina do exercício, Fernando Soares Moreira.

Por isso, dentro do grupo masculino, os motociclistas são mais propensos a varizes, veias dilatadas e tortuosas que surgem nas pernas. Ainda que não seja uma doença maligna, ela é capaz de evoluir para quadros graves, apresentando complicações como flebites, tromboses e úlceras varicosas. A prática do Pilates estimula o sistema circulatório e oxigenação a do sangue, sendo ideal para tratar e prevenir deste tipo de mal.

Os cuidados com a musculatura também não podem ser esquecidos. “Para grandes viagens, ou períodos muito extensos em cima da moto, é importante o alongamento e relaxamento de toda a musculatura do corpo. Pode-se começar com alongamentos para a região lombar, que é muito sobrecarregada, musculatura peitoral e dorsal, ombros, parte posterior da coxa, parte interna da coxa (adutores) e panturrilhas”, ensina o coordenador de musculação da 4FIT academia, Cacau Almeida.

Vale ressaltar que cada tipo de moto exige um cuidado especial com determinadas partes do corpo:

“Na Custom, por exemplo, onde o guidon é mais alto que o acento, o motociclista deve se preocupar em deixar a coluna o mais confortável possível, pois a sobrecarga maior será na região lombar. Contudo, nos modelos esportivos, a preocupação é em não sobrecarregar os braços. Isso é feito por meio de uma postura mais deitada na moto, além de haver também uma sobrecarga na região cervical, pois o motociclista está praticamente deitado forçando uma hiperextensão do pescoço”, conta.

A coluna é a maior causa de sofrimento dos ciclistas. “O motociclista tem que se preocupar em evitar uma curvatura excessiva da coluna, manter os braços e ombros relaxados. Assim, o peso do corpo é dividido com as pernas. Além disso, fazer movimentos circulares com a cabeça é, sim, uma forma de aliviar a tensão também” diz o professor.

É nesse processo de distribuição de peso e relaxamento que entra a conscientização corporal, que pode ser adquirida através de sessões de exercícios de Pilates. O conhecimento sobre o próprio corpo ajuda o motociclista a reconhecer quando está numa posição inadequada e o capacita a corrigir a própria postura. Além disso, os exercícios de alongamento auxiliam a desenvolver a flexibilidade e mantém o corpo relaxado, evitando lesões na coluna.

A seguir, alguns exercícios recomendados por Cacau Almeida:

- Fazer movimentos circulares com a cabeça;

- Alongamentos da região lombar (deitado em uma superfície reta, abrace os joelhos em direção ao tronco);

- Alongamentos da região posterior da coxa (deixe uma perna estendida em cima do banco da moto, incline o tronco para a direção do pé, sem flexionar o joelho);

- Com os pés afastados e os joelhos levemente flexionados, curve a coluna estendendo bem os braços à frente. Alongue toda a região dorsal.

Fonte: http://www.motovrum.com.br/

Alongamentos – livre-se do estresse e melhore sua postura


O Pilates trata-se de um exercício físico que, dentre muitos benefícios, proporciona o fortalecimento e o alongamento da coluna, através de exercícios de alongamento.

Os alongamentos permitem desenvolver ou manter a flexibilidade, e são definidos como a amplitude máxima de uma determinada articulação, sem que ocorra lesão.

Além da redução de encurtamentos musculares, os alongamentos proporcionam melhora da circulação, melhora da postura, diminuição das tensões, redução de nódulos musculares, e outras melhorias. Por apresentarem funções específicas, devem ser feitos com consciência e orientação profissional.

Além das melhorias físicas, os alongamentos produzem um estado de relaxamento importante para diminuir a tensão muscular, responsável pelo aumento da ansiedade, do estresse e da depressão. É muito comum utilizarmos o alongamento para aquecimento, antes de uma atividade mais intensa, ou para relaxar a musculatura trabalhada, após os exercícios.

Algumas orientações para os treinos de alongamento ou para os de flexibilidade são importantes, como:

- Inicie sempre com alongamentos de leve tensão e progrida gradativamente;

- Se estiver frio, deve iniciar o treino com uma atividade cíclica – exemplos: caminhada, trote, corrida leve – o que vai aumentar a circulação, para depois alongar-se (uma vez que a temperatura nas extremidades é sempre mais baixa que a temperatura central corporal);

- Tente trabalhar sempre o maior número de ângulos das articulações;

- Os alongamentos devem ser feitos com frequência, todos os dias se possível, como prevenção do encurtamento muscular, dores no corpo e problemas posturais;

- Podem ser feitos a qualquer hora, porém de manhã, ajuda a despertar o corpo para as atividades do dia;

- Qualquer pessoa de qualquer idade, se beneficia com os alongamentos, desde que respeitadas as características de cada indivíduo ao montar o programa, porém os progressos serão maiores em pessoas ativas, comparando-se com as sedentárias;

- Um treino de alongamento para ganho de flexibilidade deve ser feito em sessões específicas, por um tempo maior, de preferência alternando com treinos exaustivos;

- Aprenda a relaxar, sem sair da postura correta, respire profunda e lentamente concentrando-se no músculo que está sendo alongado.

No começo de um programa de alongamento para flexibilidade, é comum apresentar uma dor tardia (até o dia seguinte), mas não muito forte ou incapacitante. A dor pode se manter por 24 a 36 horas e depois ir diminuindo e desaparecer, permitindo assim outra sessão de alongamento.

Se a dor perdura por mais dias, é provável que tenha ocorrido lesões por excesso de tensão na tentativa de alcançar altos índices de flexibilidade. Assim será necessário um tempo maior para regeneração do tecido. Deve-se então observar o programa de alongamento e caso necessário, modificar os exercícios, identificando os pontos de dor e as características de cada um.

Fonte: http://www.portaleducacao.com.br

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Pilates: Força, flexibilidade e outras vantagens para os bailarinos


A prática regular do Pilates garante força, músculos tonificados e muita flexibilidade. Estes aspectos são particularmente decisivos para as habilidades na dança, tornando o Pilates uma técnica vantajosa para os bailarinos.

Concentrando-se nos músculos abdominais internos, que suportam a coluna vertebral, o Pilates desenvolve e alonga os músculos sem gerar aumento de volume, criando uma forma corporal aerodinâmica, um ideal no mundo da dança. Com o abdome interno fortalecido, a tensão da parte traseira é minimizada e as lesões são evitadas.

Por tratar-se de um exercício de baixo impacto, treinamento de equilíbrio e consciência corporal, o Pilates dá aos bailarinos e dançarinos o que é necessário para manter o corpo forte, consciente e bem alongado.

Além disso, a natureza fluída da prática de Pilates promove a economia de movimentos, e pode ser facilmente incorporada a um regime no treinamento dos bailarinos como um conjunto de exercícios, usando corpo e mente.

Fonte: www.estudiodocorpo.com

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